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Emprego na construção desacelera em maio, mas Rio Preto mantém liderança no crescimento do setor em 2026

  • há 1 dia
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A geração de empregos formais na construção civil perdeu força nas regionais do interior paulista em maio, segundo levantamento do SindusCon-SP em parceria com o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre). Das 11 regionais analisadas, seis registraram saldo negativo de vagas no mês. Apesar da desaceleração, São José do Rio Preto manteve estabilidade e segue com o maior crescimento proporcional do emprego no setor em 2026.


A regional encerrou maio com saldo positivo de duas vagas e estoque de 25,6 mil trabalhadores com carteira assinada. No acumulado do ano, o emprego formal na construção avança 8,3%, o melhor desempenho entre todas as regionais acompanhadas pelo levantamento.


O resultado contrasta com o movimento observado em importantes polos da construção. Campinas registrou o maior recuo do mês, com fechamento de 1.362 postos de trabalho, enquanto Sorocaba liderou a geração de vagas, com saldo positivo de 809 empregos, seguida por Santos, com 405.


No Estado de São Paulo, a construção civil mantém trajetória de expansão. O setor reúne mais de 841 mil trabalhadores formais e todas as regionais analisadas apresentam saldo positivo no acumulado de 2026, apesar da perda de ritmo observada em maio.


Os dados têm como base o Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego, e são compilados pelo FGV/Ibre para a plataforma de acompanhamento do mercado de trabalho da construção do SindusCon-SP. O levantamento monitora mensalmente o saldo de vagas, o estoque de trabalhadores e a evolução do emprego formal nas regionais da entidade.

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