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Tráfico de macaco-prego é flagrado em Bady Bassitt; Polícia Ambiental apreende cobras exóticas

  • há 11 minutos
  • 2 min de leitura

Uma operação da Polícia Militar Ambiental flagrou um caso de tráfico de animais em Bady Bassitt. Durante fiscalização realizada na terça-feira (7), equipes do 4º Batalhão localizaram um macaco-prego mantido em cativeiro com documentação falsa, além de duas cobras exóticas da espécie corn snake (cobra-do-milho) criadas de forma irregular.


A ação teve início após uma denúncia de que uma comerciante, de 38 anos, estaria anunciando a venda de primatas pelas redes sociais. Na residência da investigada, os policiais encontraram o macaco-prego. Questionada sobre a origem do animal, ela apresentou uma nota fiscal e um documento supostamente emitido pelo Ibama, além de informar que o primata possuía microchip de identificação.


Após análise, os policiais constataram que a documentação era falsa e que o animal não possuía microchip. A mulher foi autuada administrativamente em R$ 500 por manter em cativeiro um animal silvestre sem autorização do órgão ambiental competente.



Devido ao alto grau de domesticação, o macaco permanecerá provisoriamente sob a guarda da mulher até ser encaminhado a uma instituição especializada para reabilitação e, se possível, reintrodução à natureza.


Cobras exóticas apreendidas


Durante a fiscalização, os policiais também encontraram duas cobras exóticas da espécie corn snake, mantidas sem a documentação exigida pelos órgãos ambientais.


O filho da comerciante, um estudante de 19 anos, assumiu ser o responsável pelos animais. Ele foi autuado por introduzir espécimes da fauna exótica no Estado de São Paulo sem o devido parecer técnico oficial. As serpentes foram apreendidas e encaminhadas ao Zoológico Municipal de Rio Preto.


Medicamentos também foram encontrados


A denúncia ainda mencionava a possível comercialização de anabolizantes e medicamentos para emagrecimento. Durante a vistoria, os policiais localizaram uma pequena quantidade desses produtos.


A comerciante afirmou que o anabolizante era para uso pessoal. Já o marido dela, de 28 anos, declarou ser o proprietário do medicamento para emagrecimento, também alegando uso próprio.


Os três envolvidos foram conduzidos à Delegacia de Polícia Judiciária, onde a ocorrência foi registrada e será investigada.

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