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Famerp lidera pesquisa nacional sobre chikungunya em Mirassol

  • Foto do escritor: Dot Comunicação
    Dot Comunicação
  • 8 de out. de 2025
  • 2 min de leitura
O virologista e diretor da Famerp, professor Maurício Lacerda Nogueira, coordena em Mirassol a primeira etapa da pesquisa nacional sobre a circulação do vírus chikungunya.
O virologista e diretor da Famerp, professor Maurício Lacerda Nogueira, coordena em Mirassol a primeira etapa da pesquisa nacional sobre a circulação do vírus chikungunya.

Começou nesta segunda-feira (6) a primeira etapa de um amplo estudo científico que vai mapear a circulação do vírus chikungunya em Mirassol. A ação integra uma pesquisa nacional coordenada pelo Instituto Butantan, com participação da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp), do Centro Integrado de Pesquisa (CIP) do Hospital de Base, da farmacêutica Valneva e apoio do Ministério da Saúde, além das secretarias estadual e municipal de Saúde.


Mirassol é o único município do Estado de São Paulo entre os nove selecionados no país para participar da pesquisa, que servirá como modelo para estratégias de controle e prevenção da doença. Nesta primeira fase, que vai até novembro, será realizado um inquérito sorológico com visitas domiciliares. Moradores sorteados participarão de entrevistas e exames para identificar se já tiveram contato com o vírus — mesmo sem apresentar sintomas.


O estudo local é coordenado pelo virologista e diretor da Famerp, professor Maurício Lacerda Nogueira, que destaca a importância da iniciativa.


“Estamos iniciando em Mirassol a primeira etapa de uma série de estudos sobre a chikungunya. Nossas equipes já estão nas ruas realizando o inquérito sorológico para entender quão presente é o vírus na população”, explica Nogueira.


Os dados coletados permitirão compreender melhor a dinâmica de transmissão do vírus e orientar políticas públicas.


“Com informações locais precisas, será possível fortalecer a vigilância epidemiológica e definir estratégias mais eficazes de intervenção”, acrescenta o pesquisador.


A pesquisa deve durar de dois a três anos e faz parte de um esforço nacional para conter o avanço da chikungunya, doença que pode causar sintomas debilitantes e sequelas prolongadas. A Secretaria Municipal da Saúde reforça que as equipes envolvidas estarão uniformizadas e identificadas com crachás. Apenas moradores que residem em Mirassol — dormindo ao menos três noites por semana no domicílio — poderão participar.


A iniciativa reforça o compromisso das instituições envolvidas com a ciência e a saúde pública. Os resultados obtidos deverão embasar novas políticas de enfrentamento à doença em todo o Brasil.


Imagem: Johnny Torres / Famerp Divulgação


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